Um vereador que queria ganhar dinheiro do Bolsa-Família. Verdade ou mentira?


Como classificar aquele que deveria ser um "representante do povo", mas que busca apenas se beneficiar às custas dos que mais precisam de atenção? Julgar é coisa pra juiz, porém, nossos atos falam mais do que palavras. Quando se trata de alguém que se mune de discurso moralista, a hipocrisia balança freneticamente sua bandeira e chama ainda mais a atenção, mostrando que "maquiagem sai na chuva".

Há famílias que sobrevivem com apenas um salário mínimo e outras até com menos. São justamente pessoas que vivem em condições precárias que necessitam de serviços como o Bolsa-Família. Agora, o que pensar de alguém que mesmo ganhando mensalmente um salário de mais de R$ 6.000,00 ainda faz questão de inscrever seus filhos em um programa social voltado para famílias de baixa renda? 

Em algumas cidades, casos de  vereadores que tentaram cadastrar filhos em programas como este, já chegaram à tona. Em Chã Grande, o comentário nas redes sociais é de que um vereador teria feito cadastro de seu filho,  que não foi aprovado pela direção municipal do programa. A renda do vereador daria para ele manter seu filho sem o dinheiro do benefício.

Independente de quem quer que seja, independente de partido político, certamente diria o Bóris Casoy diante de um caso desses: ISTO É UMA VERGONHA! 

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