Uma nova chance: Primeira Igreja Batista de Gravatá funda casa de recuperação para dependentes químicos

Em meio ao cenário do tráfico de drogas,  degradação humana e  tanta dependência química, surge um projeto destinado a transformar a vida de muita gente que quer apenas uma chance: Casa de recuperação "Betesda".


 Mesmo com a data de inauguração  ainda prevista para o  dia 17 de Agosto, a casa de recuperação para dependentes químicos, recentemente fundada nas proximidades do distrito de Mandacaru, pela Primeira Igreja Batista de Gravatá, já abriga nove internos que lutam pela libertação das drogas.

Uma nova forma de enxergar a vida é descoberta pelos internos do Projeto Betesda. Na foto, paciente se distrai usando binóculo.

Recebendo a atenção devida, cuidados apropriados com a saúde, acompanhamento de assistente social e tratamento  psicológico, os internos da Casa de Recuperação Betesda  contam  principalmente com  o melhor e mais eficaz método de  tratamento contra as correntes do vício ou qualquer outro mal: a aproximação com  Deus.

Todos realizam funções diversas, e um cronograma é seguido criteriosamente, estabelecendo  a organização do ambiente e interação entre os internos. Além das atividades braçais, são realizados cultos três vezes ao dia. Na residência há regras que definem os horários de dormir e levantar.
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Momento da refeição. Todos cantam juntos antes de se banquetearem. A comida é preparada por Gil, que veio da Paraíba através do projeto Cristolândia. Ele também é ex-usuário de drogas.

O projeto Betesda é aberto para dependentes químicos de Gravatá e região, que buscam trilhar uma vida nova. Antes de ingressar na residência, o interno passa por uma espécie de entrevista, que resulta no levantamento de informações pessoais. Ao iniciar o tratamento, o paciente passa por uma triagem que avalia sua condição de saúde.
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Cláudio é coordenador da casa de recuperação. Na foto, ele que também era usuário de drogas, aparece fazendo a barba de um paciente.

O projeto que vem sendo executado com o esforço e empenho da Primeira Igreja Batista de Gravatá, tem enfrentado dificuldades de diversas formas. O Pastor Genivaldo Júnior enfatizou a solidariedade do povo gravataense, ao afirmar que até o momento, toda ajuda que o projeto tem recebido foi de populares.
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Cozinha da residência.
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Mesa de refeições
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Cada interno organiza sua cama
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Varanda onde são realizados os cultos diariamente
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Antes das refeições os pacientes oram e cantam canções evangélicas.
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Jota Silva em entrevista com Cláudio, que é coordenador da Casa de Recuperação Betesda. Filho de traficante, Cláudio vivia envolvido com drogas e a criminalidade. Viu sua mãe ser assassinada pelo seu pai com 12 facadas quando era criança.

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Jota conversa com o coordenador e capelão, Deivson.
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Rosana é esposa de Deivson, e também realiza trabalhos voluntários na Casa de Recuperação Betesda.
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Chegada da casa de recuperação.
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Vista da lagoa que fica ao lado direito da residência.

O Pastor Genivaldo Júnior segue engajado no projeto, juntamente com a Primeira Igreja Batista de Gravatá na tentativa de conseguir apoio por parte do Poder Executivo e Legislativo da cidade. Parcerias com empresas privadas também estão no foco do pastor. Em poucos dias, serão implantados cursos profissionalizantes para os pacientes da casa de recuperação. "As pessoas chegam apenas para nos parabenizar pela atitude, mas o que nos dará mais forças, é a soma de ATITUDE". Afirmou o Pastor Genivaldo.
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Jota em entrevista com o Pastor Genivaldo Júnior.

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