Gilvan Pontaleão não se elege Deputado Estadual e tem votação menor que em 2010

(foto/reprodução: Chã Grande News)

Aos 48 anos de idade, vereador por Chã Grande e ocupando o cargo de vice-presidente nacional do PSL (Partido Social Liberal), nestas eleições Gilvan Pontaleão concorreu, pela segunda vez, uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Sua primeira tentativa em se eleger Deputado Estadual foi no ano de 2010. Na ocasião, Gilvan Pontaleão obteve 9.138 votos. Sua coligação era composta pelos seguintes partidos: PSL, PSDC, PTC  e PT do B. 

Mesmo não alcançando a vitória, Gilvan estava determinado a encarar mais uma campanha para Deputado. Novamente candidatou-se nestas eleições de 2014 . Com mais estrutura e exercendo o cargo de vereador em Chã Grande, acreditava-se que desta vez Gilvan teria êxito. 

Várias denominações religiosas firmaram apoio com o postulante e tudo levava a crer que a oposição de Chã Grande, liderada pelo ex-prefeito Diogo Alexandre, seria a base de sua campanha. Outro diferencial foi a "casadinha" com Luciano Bivar, candidato a Deputado Federal.

O otimismo na campanha de Gilvan durou até a última hora da votação. O apoio dos líderes da Igreja Internacional da Graça de Deus, tendo como ícone maior o Missionário R.R Soares, fazia todos acreditar que Pontaleão atingiria tranquilamente a marca dos 40 mil votos...

No dia 05 de Outubro, quando os votos estavam sendo apurados, a realidade que se transparecia nas urnas era totalmente adversa ao que se acreditava. Em comparação com a votação das eleições de 2010 Gilvan teve uma redução de 747 votos, conquistando 8.391 eleitores, neste pleito recém terminado.   

A coligação pela qual Gilvan concorreu também foi menor. Denominada "Frente pela redução da carga tributária", era composta pelo PSL, PHS e PPS. No ranking de votação para Deputados Estaduais Gilvan ficou na posição de número 106. 

Enquanto Gilvan esteve afastado da Câmara de Vereadores de Chã Grande, o suplente Elsinho (PSL) ocupou sua vaga de legislador. Retomando seu lugar na Casa Paulo Viana de Queiroz, como será que Gilvan vai proceder agora? Será que o apoio negado pela oposição liderada por Diogo Alexandre vai resultar em um "divórcio" político? É esperar pra ver.

Ismael Alves





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