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Após decisão judicial emitida pela 2ª Vara Cível de Gravatá, Agreste pernambucano, na última Terça-feira (14/04), em desfavor do vereador Pedro Martiniano (PRB), que até então, vinha ocupando o cargo de Presidente da Casa Vereador Elias Torres, mesmo após anulação do Projeto de Lei 019/2013, que antecipou as eleições para o biênio 2015/2016, um novo foco é mirado pelos Legisladores municipais : A presidência e a nova composição da mesa diretora da Câmara.
Pedro Martiniano declarou, durante participação por telefone, no programa Jota Silva de Quarta-feira (16/04), pela Rádio Gravatá FM (92,3 MHz), que irá concorrer a presidência da Câmara mais uma vez. Pela bancada oposicionista o nome mais cotado é o do vereador Júnior de Paulo (PRP), antecessor de Pedro Martiniano. A afirmativa é o Vereador Luiz Prequé (PSB).
Outro nome que surge determinado em conquistar a presidência da Câmara de Gravatá, é o vereador Léo Giestosa (PTC). O legislador já se articula e demonstra empenho em angariar o apoio de seus colegas. O vereador Fernando Resende (PSB), pretenso candidato a prefeito de Gravatá em 2016, declarou que já apoia a candidatura de Léo.
Embora os Poderes Legislativo e Executivo sejam independentes, sabe-se que o prefeito Bruno Martiniano (PTB) se mobilizará, politicamente, em prol da reeleição de Pedro Martiniano na Câmara. Apesar de Léo Giestosa compor a base do governo, cogita-se que a relação política com Bruno esteja sofrendo desgastes. Diante deste cenário delicado, é natural que o prefeito se movimente para a formação de uma nova diretoria favorável ao seu governo.
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