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O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, já comunicou à cúpula nacional do PSB que não pretende engrossar o coro de deputados e senadores do seu partido em defesa do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Ele disse que não há elementos objetivos que justifiquem o afastamento da presidente da República e recomenda ao PSB que vá devagar com o andor.
Na última terça-feira, deputados e senadores do partido, reunidos em Brasília, deram a atender, por ampla maioria, que não pretendem ficar a reboque do PSDB, DEM, PPS e Solidariedade, partidos que estão à frente do movimento pró impeachment. E voltarão a se reunir esta semana para oficializar o apoio à tese do afastamento da presidente da República por crime de responsabilidade.
Além de Paulo Câmara, também são contrários ao impeachment os outros dois governadores do partido – Ricardo Coutinho (PB) e Rodrigo Rollemberg (DF).
Todos enfrentam graves problemas financeiros e não pretendem comprar briga gratuitamente com a presidente da República, que os convocou para uma reunião, em Brasília, na próxima quarta-feira.
Blog do Inaldo Sampaio
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