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Blog do Inaldo Sampaio
Alvo de representação na Procuradoria Geral da República por parte do PSOL e da Rede Sustentabilidade, que o acusam de uso indevido do cargo para manter-se no poder, o presidente da Câmara Federal, deputadoEduardo Cunha (PMDB-SP), apresentou defesa prévia, ontem (9), no Supremo Tribunal Federal.
Segundo ele, seus adversários estão utilizando o Ministério Público Federal como “instrumento de disputa política” pelo fato de ter deferido o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
A defesa foi ajuizada no STF minutos após a mesa diretora da Câmara ter acatado uma “questão de ordem” levantada pelo deputado Manoel Júnior (PMDB-PB) pedindo a destituição do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) da relatoria no processo contra Cunha no Conselho de Ética.
Na petição, Cunha diz o seguinte: “Alega-se que o peticionante (Cunha) estaria impossibilitando as reuniões do colegiado, seja por iniciar os trabalhos do Plenário em horário em que a comissão está reunida, seja por supostamente não disponibilizar espaço físico apropriado”.
E conclui: “Ao que parece, os seus adversários políticos desejam que lhe seja negado até mesmo o direito constitucionalmente assegurado ao devido processo legal”.
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