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Ismael Alves
Eleito prefeito de Gravatá com 27.136 votos, Joaquim Neto (PSDB), além de administrar a cidade está tendo que se desdobrar para administrar o crescimento significativo da rejeição popular diante do seu Governo.
Depois do sucesso do São João, que direcionou os holofotes da imprensa para Gravatá, nem deu tempo encerrar os festejos para que a onda de acontecimentos negativos atingisse a imagem sua imagem.
Primeiro, surge a suspeita de superfaturamento na contratação da banda Aviões do Forró, durante as festas juninas. A prefeitura de Gravatá pagou um cachê de R$ 280 mil, enquanto, no mesmo período, Caruaru pagou R$ 140 mil pelo show. O caso está sob investigação do Ministério Público de Pernambuco.
Outra "tsunami" que atingiu em cheio a gestão de Joaquim Neto foram as denúncias feitas pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Gravatá (SINDSGRA). A prefeitura é acusada de superfaturamento na merenda escolar, por meio de contratos com empresas que são alvo da operação Comunheiro II. O caso foi denunciado ao MPPE e protocolado na Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Administração e Serviços Públicos, entre outros órgãos.
Enquanto isso, o quarto secretário municipal debanda da gestão tucana. Na última Sexta-feira (28), foi a vez da secretária de educação deixar o governo de Joaquim. A situação do gestor ainda não é mais difícil porque o mesmo detém maioria na Câmara de vereadores. Dos 15 parlamentares, apenas Gustavo da Serraria (PV) e Léo Giestosa (PR) formam a bancada de oposição.
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