- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Ismael Alves
ismaelgravatafm@gmail.com
(81) 99139-7305
Beirando o nono mês de gestão municipal em Gravatá-PE, o prefeito Joaquim Neto (PSDB), já percebeu que sua "lua de mel" com alguns vereadores da base de sustentação chegou ao fim.
Alguns até fazem questão de demonstrar insatisfação, outros preferem ficar calados. Já no caso de "Bolo da areia", marinheiro de primeira viagem, o "divórcio" aconteceu.
Numa câmara composta por 15 vereadores, onde 13 são aliados (insatisfeitos ou não), o rompimento político de "Bolo" não fará nem cócegas no tucano. Seu cargo de vice-presidente não influi em absolutamente nada.
Com ou sem "Bolo da Areia", Joaquim conta com uma Câmara favorável e não se preocupará até o fim do seu mandato, afinal, Léo do Ar (PSDB), presidente, também tem mandato garantido até o final da gestão de Joaquim. A antecipação da eleição da mesa diretora garantiu esse conforto ao prefeito.
Quer queira ou não, agora o vereador rompido passa a integrar a bancada de oposição. Automaticamente, será liderado pelo vereador Gustavo da Serraria (PV), opositor ferrenho desde o início da Legislatura, ao lado de Léo Giestosa (PR).
Na linguagem prática e previsível, nenhum outro vereador se rebelará contra Joaquim. Antes de "Bolo" declarar o "divórcio", Joaquim já havia declarado o "fim do amor", afinal, já tem a Câmara ao seu favor.
O rompimento de bolo não tem peso. Aconteceu fora do prazo. É um rompimento vencido, embora, não deixe de ser uma perda de apoio.
A pergunta que não cala
Na condição de vereador, numa análise técnica, e levando em consideração sua atuação até o momento, "Bolo da Areia" seria temido, como opositor?
Com a resposta, o cidadão que acompanha os trabalhos da Câmara de Gravatá.
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos

Comentários
Postar um comentário