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Imóvel onde deveria funcionar a casa de apoio está de portas fechadas
Ismael Alves
ismaelgravatafm@gmail.com
(81) 99139-7305 (WhatsApp)
A gestão do Prefeito Joaquim Neto (PSDB), da cidade de Gravatá-PE, Agreste, protagoniza mais um presumível caso de irregularidade envolvendo dinheiro público.
Depois das denúncias de possível crime de superfaturamento na compra da merenda escolar, por meio de contratos com empresas investigada pela operação Comunheiro II, a gestão tucana se vê no centro de mais uma nova polêmica.
Desde o mês de Fevereiro, a Prefeitura estaria realizando pagamentos mensais no valor de R$ 8.500,00 pela locação de um imóvel em Recife. De acordo com o contrato n° 035/2017, que tem prazo de um ano de vigência, o imóvel locado seria destinado para a instalação de casa de apoio para os gravataenses que fazem tratamento de saúde na capital pernambucana.
Depois de monitorado por um certo tempo, foi constatado que no endereço informado não funciona nada. O valor global do contrato está firmado em R$ 102.000,00 e a Prefeitura já teria pago a metade.
A denúncia foi formalizada nos órgãos competentes e as informações são do próprio autor, Marcelo de Brito, Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Gravatá. A sequência de casos dessa natureza vem fragilizando a gestão Joaquim Neto.
Imagem: Marcelo Brito
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