Presidente do PCO de Gravatá pede ao Ministério Público quebra de sigilo telefônico do prefeito, presidente da Câmara e secretários municipais


Ismael Alves

O líder do Partido da Causa Operária (PCO), na cidade de Gravatá-PE, Agreste, Oswaldo Hélder de Oliveira  Alves, solicitou ao Ministério Público de Pernambuco, por meio de ofício protocolado na última Segunda-feira (31), a quebra do sigilo telefônico das linhas utilizadas pelo prefeito de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), o vereador e do presidente do Poder Legislativo, Léo do Ar (PSDB), além dos secretários de Governo, Educação, Saúde e do presidente do Fundo Previdenciário de Gravatá (IPSEG). No ofício, Oswaldo solicita que o pedido seja estendido às linhas de uso pessoal, além das que são custeadas pelos órgãos públicos. O requerimento é retroativo ao início do mês de Janeiro do corrente ano. 

De acordo com Oswaldo Alves, sua solicitação ao MPPE tem base nas denúncias de superfaturamento de merenda, sofridas pela gestão municipal. Ainda em seu ofício, Oswaldo cita crimes de desvio de finalidade nas contas do IPSEG, assédio moral cometido diante da Presidente do Conselho de Fiscalização do IPSEG, Iolanda Galindo, dentre outros pontos. 

Oswaldo Alves ainda afirma que, em diversas situações envolvendo o Poder Executivo de Gravatá, fica claro a intenção de intimidar os responsáveis pelas últimas denúncias, causando prejuízo à cidadania.  A contratação de empresa de limpeza urbana sem processo licitatório também fortalece o pedido do político operário. 


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