- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Contra atualização do CTM, Giestosa diz que gestão de Joaquim Neto não tem credibilidade para receber novos recursos
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
ismaelgravatafm@gmail.com
(81) 99139-7305
A aprovação do Projeto de Lei 027/2017, de autoria do Poder Executivo de Gravatá-PE, Agreste, que autoriza a atualização do Código Tributário Municipal (CTM), foi uma missão quase impossível para o governo municipal, comandado pelo prefeito Joaquim Neto (PSDB). Apesar do vereador Léo do Ar (PSDB), ter utilizado as redes sociais e destacado sua "articulação" para a aprovação do projeto, sabe-se que o vereador Gustavo da Serraria foi quem fez a diferença.
Aprovado pela Câmara nesta Terça-feira (07), por um placar de 09 X 5, haja vista, o voto do presidente não contabiliza nessa situação, o PL viabilizará a entrada de novos recursos oriundos do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSNQ), que deverão entrar no caixa do município a partir do primeiro trimestre de 2018. Caso a aprovação tivesse acontecido até o dia 02 de Novembro, Gravatá já contaria com a nova receita a partir de Janeiro, não sendo necessário aguardar o período da noventena.
Por outro lado, se Léo do Ar quis garimpar o bônus obtido na primeira votação, há quem assuma, com todas as letras, o ônus de não concordar com a destinação da chegada de mais dinheiro aos cofres municipais. É o caso do vereador Léo Giestosa (PR).
Durante entrevista ao radialista Jota Silva, pela Rádio Gravatá FM (92,3 Mhz), Terça (07), o parlamentar evidenciou que não vê condições de aprovar a entrada dos recursos do lising, cartões de créditos e planos de saúde. Justificando sua posição, Giestosa afirmou que a gestão de Joaquim Neto não tem credibilidade para que, na condição de vereador, o mesmo possa "tentar deixar um pouco mais de dinheiro à vir em 2018 para um governo inoperante", afirmou.
Perguntar não custa nada
É saudável um parlamentar seguir tal linha de raciocínio? Uma das atribuições do vereador é fiscalizar o Poder Executivo. Havendo desvio de conduta e mau uso do dinheiro público, não seria tarefa do Poder Legislativo comunicar aos órgãos competentes, para que as providências possam ser tomadas?
Por outro lado, se Léo do Ar quis garimpar o bônus obtido na primeira votação, há quem assuma, com todas as letras, o ônus de não concordar com a destinação da chegada de mais dinheiro aos cofres municipais. É o caso do vereador Léo Giestosa (PR).
Durante entrevista ao radialista Jota Silva, pela Rádio Gravatá FM (92,3 Mhz), Terça (07), o parlamentar evidenciou que não vê condições de aprovar a entrada dos recursos do lising, cartões de créditos e planos de saúde. Justificando sua posição, Giestosa afirmou que a gestão de Joaquim Neto não tem credibilidade para que, na condição de vereador, o mesmo possa "tentar deixar um pouco mais de dinheiro à vir em 2018 para um governo inoperante", afirmou.
Perguntar não custa nada
É saudável um parlamentar seguir tal linha de raciocínio? Uma das atribuições do vereador é fiscalizar o Poder Executivo. Havendo desvio de conduta e mau uso do dinheiro público, não seria tarefa do Poder Legislativo comunicar aos órgãos competentes, para que as providências possam ser tomadas?
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos

Comentários
Postar um comentário