[OPINIÃO] Em crise, saúde não é prioridade na atual gestão de Chã Grande - Por Ismael Alves




A palavra "crise" se tornou algo comum para os dias de hoje. Nem sabemos quantas vezes ela é citada na mídia, cotidianamente. Seja no rádio, no telejornal, nos impressos ou na plataforma digital, sempre vai ter alguém falando em crise. 

Ela só é novidade na gestão do prefeito de Chã Grande-PE, Diogo Alexandre (PR), que fez campanha afirmando que todos os problemas da cidade não passavam de falta de gestão do então prefeito Daniel Alves (PSB).

Mas por incrível que pareça, o termo "crise" foi tão bem absorvido pela gestão municipal que até ganhou robustez. Além da crise financeira que os municípios conhecem, causando redução dos repasses por parte do Estado e União,  o prefeito conseguiu disseminar uma desastrosa crise na saúde municipal.

Falta médico e medicamento com frequência, postos de saúde que funcionam com rodízio, ambulâncias que foram retiradas da Vila Santa Luzia e Sítio Macacos e o SAMU desativado são alguns casos que descrevem o retrocesso na saúde.

PREFERENCIALMENTE, o prefeito deixou de investir, em 2017, quase R$ 900 mil na saúde, em comparação com o ano de 2016. A informação foi divulgada pelo Blog de Cleiton Pereira, tendo o Portal Tome Conta, do TCE-PE, como fonte de pesquisa. 

Os números e a opinião popular comprovam que a saúde não é prioridade para Diogo Alexandre, afinal, essa diferença de valores entre os investimentos de um ano e outro, deu-se por opção do governo municipal, pois o recurso entrou em caixa, conforme aponta gráfico e números, abaixo. 


Clique na imagem para ampliar o gráfico e comparar os valores de investimentos em 2016, último ano da gestão de Daniel Alves (PSB) e 2017, primeiro ano da gestão de Diogo Alexandre (PR).










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