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A filiação do deputado federal Jair Bolsonaro ao Partido Social Liberal (PSL) tornou cabal o ressurgimento de Luciano Bivar na política.
Empresário, ex-presidente do Sport Club do Recife, formado em Direito e pós-graduado em Educação Financeira, Luciano Bivar estava inexpressivo e já não tinha mais liderança nem peso político.
Em 2014, tentou reconquistar uma cadeira na Câmara Federal, mas sequer conseguiu se eleger. Com menos de 25 mil votos para federal, Bivar ficou na suplência.
Com a aproximação das eleições e buscando ziguezaguear apoios para sua reeleição, o Governador Paulo Câmara passou o comando da Secretaria Estadual de Habitações para Kaio Maniçoba (MDB), deputado federal que licenciou-se do cargo, dando espaço para Bivar assumir sua cadeira na Câmara Federal, ainda em meados de 2017.
Nesse momento, Bivar teve a poeira do seu "caixão político" sendo sacudida, mas ainda não passava de um "zumbi". Sua ressurreição foi decretada quando o pré-candidato a presidência da República, Jair Bolsonaro oficializou, via filiação partidária, que participará da corrida eleitoral por meio da sigla presidida por Bivar.
O até então, o nanico PSL, visto por muitos como uma sigla vendável, passou a ganhar evidência e novas adesões. Na última Quinta-feira (08), sete deputados ingressaram oficialmente no PSL, acompanhando Bolsonaro no primeiro dia da janela partidária.
Agora, além do vampirão, a política brasileira passa a contar em seus capítulos com o mais novo episódio: o retorno da múmia.
Com a aproximação das eleições e buscando ziguezaguear apoios para sua reeleição, o Governador Paulo Câmara passou o comando da Secretaria Estadual de Habitações para Kaio Maniçoba (MDB), deputado federal que licenciou-se do cargo, dando espaço para Bivar assumir sua cadeira na Câmara Federal, ainda em meados de 2017.
Nesse momento, Bivar teve a poeira do seu "caixão político" sendo sacudida, mas ainda não passava de um "zumbi". Sua ressurreição foi decretada quando o pré-candidato a presidência da República, Jair Bolsonaro oficializou, via filiação partidária, que participará da corrida eleitoral por meio da sigla presidida por Bivar.
O até então, o nanico PSL, visto por muitos como uma sigla vendável, passou a ganhar evidência e novas adesões. Na última Quinta-feira (08), sete deputados ingressaram oficialmente no PSL, acompanhando Bolsonaro no primeiro dia da janela partidária.
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