Resultado das eleições deste ano será o fiel da balança sobre Waldemar Borges, em Gravatá - Por Ismael Alves

Foto: Alepe/Reprodução

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É incontestável a atuação do deputado estadual Waldemar Borges (PSB), em prol do município de Gravatá-PE, Agreste. A relação do parlamentar com a cidade não é de hoje. De tanto gostar de Gravatá, Waldemar até ensaiou uma pré-candidatura para prefeito nas eleições de 2016, mas seu baixo desempenho nas pesquisas não lhe deu outra opção que não fosse o recuo. 

No ano de 2014, apoiado pelo então prefeito Bruno Martiniano, e na privilegiada condição de líder do Governo, na ALEPE , Waldemar conquistou a confiança de apenas 4.209 gravataenses. 

Na época, foi o terceiro deputado estadual mais votado em Gravatá. Mas o resultado das urnas teve gosto de derrota. Inexpressivo num universo de quase 61 mil eleitores, naquele tempo, sua amiudada votação foi atribuída ao prefeito Bruno Martiniano, que já enfrentava o início de uma grande tempestade que culminaria na sua queda, mais adiante. 

Agora, sem o apoio de Bruno e estando atrelado a João Paulo (PSB), ex-vereador e candidato a prefeito derrotado por Joaquim Neto (PSDB), caso o desempenho de Waldemar não seja o que se espera, quem será o culpado? Seria o reflexo da acuação de João Paulo, seu principal cabo eleitoral em Gravatá, ou o próprio Waldemar que não tem a leveza necessária para flutuar nos ares políticos de Gravatá? 


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