João Campos define crimes cometidos por Lula como "equívocos" e diz esperar que Justiça não seja "seletiva"

Foto: Internet/Reprodução



Ismael Alves
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No clima amistoso proveniente da aliança política entre PT e PSB em Pernambuco, o pré-candidato a deputado federal João Campos (PSB), filho do ex-governador Eduardo Campos, manifestou solidariedade ao ex-presidente Lula (PT), que está preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba-PR, desde o dia 07 de Abril, e alfinetou a Justiça brasileira.

João Campos também expressou tristeza pelo cárcere de Lula, que é acusado de cometer os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Justificando seu sentimento, João teria citado as benfeitorias realizadas pelo ex-presidente em Pernambuco, no Nordeste e no país, de forma geral. As afirmações foram dadas durante entrevista à Revista GQ Brasil.

"Espero que a Justiça não seja seletiva: há muitos que devem ir presos também", destacou o jovem pré-candidato. Nas redes sociais houveram reações divididas sobre as afirmações de João. Para muitos internautas, tratar os crimes cometidos por Lula como "equívocos", pegou mal. Em tom irônico, um internauta comentou na publicação do portal Leia já, que João Campos já estava falando como político.

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