Opinião | A hipocrisia de quem fez política em "nome do evangelho" e deixou de honrar compromissos de campanha

Foto: Internet/Reprodução
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Ismael Alves
ismaelgravatafm@gmail.com
(81) 99139-7305

As eleições de 2018 tiveram um percentual de renovação significante. Diversos novos nomes que foram eleitos assumirão cargos eletivos a partir de 2019.  A corrida eleitoral foi marcada pelo esforço de cada um dos que postularam uma vaga, seja de deputado a presidente da República.

Houve que utilizasse todo tipo de argumento para chamar a atenção do eleitor. Os mais ardilosos até apelaram para a bíblia sagrada, utilizando versículos como mote de campanha e transformando púlpitos de igrejas em verdadeiros palanques. 

Nem todos que apelaram para essa estarrecedora estratégia tiveram sucesso. Depois de passado o período eleitoral, caíram-se as máscaras de muitos que apresentavam-se como anjos de luz, mas que não passam de meros oportunistas. Com o amargo da derrota, muitos desses seres ignoraram as dívidas oriundas de compromissos com militância e tantos outros serviços contratados, esquecendo-se das premissas pregadas em "nome do evangelho". 

Diante de um tempo tão tenebroso e cheio de falsos moralistas e profetas genéricos, resta-nos apenas um apelo divino: maranata, ora vem senhor Jesus! 

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