Opinião - Atraso salarial em Gravatá gerou debate sobre atuação da Câmara; só dois vereadores se manifestaram




Ismael Alves
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O ano de 2019 iniciou-se de forma turbulenta para a gestão municipal de Gravatá, Agreste, comandada pelo prefeito Joaquim Neto (PSDB). 

O ápice do descontentamento dos servidores públicos da prefeitura veio junto com o atraso salarial referente ao mês de Dezembro de 2018. Para que houvesse uma solução, foi preciso que o assunto chegasse na TV. 

Houve até acionamento do MPPE, por parte do SINDISGRA, pelo segundo mês consecutivo, além de uma ação conjunta ao mesmo órgão assinada pelos vereadores Gustavo da Serraria (PV) e Marcelo Motos (PSB), ambos, da bancada de oposição.

O que mais chamou a atenção, além dos vultosos volumes gastos pelo município com festas e publicidade durante alguns meses de 2018, apresentados ao MPPE pelos parlamentares citados, foi o resumido número de vereadores que reagiram diante da falta de pagamento dos servidores. 

Em uma Câmara composta por 15 vereadores, a manifestação de apenas dois, mesmo diante de um assunto tão grave, gerou discussão sobre a atuação da Casa Vereador Elias Torres, uma vez que, fiscalizar e legislar são as principais atividades de um vereador. 




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